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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Muda o canal.

Eu sempre acreditei. Na maldade e na bondade, na certeza e na dúvida. Entre os espaços estreitos que eles faziam, espremia meu espírito na melhor forma para que  não deformarce nenhum. Maldade e bondade, antagônicas e necessárias, para que uma prevaleça haverá sempre a ação de um maior. O mal não mudará , o bem sempre agonizará, pouco usado e exercido.
Defeituosos somos nós, ao assistir o mundo sepultando crianças em guerras e o cálice de vinho em nossas mãos olhando a TV. Milhões de Pilatos, trocando a música, abrindo o livro, e vivendo folhetim grotesco, politicos corruptos, novos julgamentos para ladrões.

 Desculpem, aqui não há revolta, aqui no papel de vidro não há gritos , existe sim, um silêncio seco depois do gole, da música, da novela e antes de dormir quando pedimos paz para nossas vidas e lá fora, há! Lá fora ... O que temos com isso? Não somos soldados nem deuses, não podemos nada . Então Deus me ensine o que fazer. YL

P.S: total de mortos em ataque químico na Síria até ontem  1.429 , sendo 426 crianças .Fonte : Terra


terça-feira, 6 de agosto de 2013

Espírito evoluído

Uma lição, uma lógica perfeita e pura. O mundo precisa deles. YL

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Humanóides


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

MOVENDO - MOVING




"Tempos de pequenos movimentos... movimentos em reação
Uma gota junto a outra faz ondas, lagos, mares ... Oceanos
Nunca uma lei foi tão simples e clara: ação, reação, repercussão, sopros se unem e formam gritos , juntos somos evolução" . (Macaco )


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

SHAKINEH E SUA LIBERTAÇÃO (AINDA NÃO CONFIRMADO OFICIALMENTE PELO IRÃ)


ONG diz que iraniana condenada à morte por apedrejamento foi libertada

DA FRANCE PRESSE, EM BERLIM (ALEMANHA)

DE SÃO PAULO

Atualizado às 17h11.

A iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, condenada à morte pelo crime de adultério, foi libertada, assim como seu filho e seu advogado, afirmou à agência de notícias France Presse o Comitê contra a Lapidação, ONG com sede na Alemanha.

A ONG Solidariedade Irã, que também acompanha o caso, confirmou a libertação de Sakineh, seu filho Sajad Ghaderzadeh, e seu advogado Javid Houtan Kiane, detidos no começo de outubro junto a dois jornalistas alemães que os entrevistaram, em comunicado enviado por e-mail à Folha.







O Comitê contra a Lapidação não deu mais detalhes sobre como ocorreu a libertação e nem quando. O governo iraniano ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

"Recebemos do Irã a informação de que estão livres", disse à AFP Mina Ahadi, porta-voz do Comitê contra a Lapidação. "Esperamos ainda a confirmação. Aparentemente, esta noite há um programa que deve ser exibido na televisão e aí saberemos 100%. Mas, sim, ouvimos que está livre e também seu filho e seu advogado", disse Ahadi.

O programa de TV foi exibido pelo canal em inglês Press TV, que exibiu imagens de uma mulher identificada como Sakineh em sua casa em Oskou, 570 km noroeste de Teerã.

Sakineh foi inicialmente condenada à pena de morte por apedrejamento. A sentença foi suspensa neste ano após várias críticas de grupos de direitos humanos terem levado a forte pressão internacional sobre o Irã.

Segundo a lei islâmica, em vigor no Irã desde a revolução de 1979, o adultério pode ser punido com a morte por apedrejamento, e crimes como assassinato, estupro, roubo a mão armada, apostasia e tráfico de drogas são todos punidos com a morte. Ainda este mês, os EUA condenou os planos anunciados de executar Sakineh. O Reino Unido alertou o Irã contra ir em frente com a punição, e a França pediu ao país para perdoá-la.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofereceu asilo a Sakineh em julho, levando a uma constrangedora recusa pública da oferta pelo Irã, que disse que Lula é "uma pessoa humana e sensível", mas não tinha conhecimento de todos os fatos.

CASO

Em 2006, Sakineh Mohammadi Ashtiani, 43, foi condenada duas vezes à pena de morte por dois tribunais diferentes de Tabriz (noroeste do país) em dois processos distintos, acusada de participação no homicídio do marido e de ter cometido adultério, em particular com o suposto assassino do marido.

O grupo de direitos humanos Anistia Internacional (AI) disse que Sakineh foi considerada culpada de "adultério quando estava casada", o que teria negado, e foi sentenciada à morte por apedrejamento.

A Anistia listou o Irã como o segundo país do mundo com mais execuções em 2008, depois da China, e disse que Teerã matou ao menos 346 pessoas em 2008. As autoridades iranianas rejeitam as alegações de abusos de direitos humanos, dizendo que apenas seguem a lei islâmica.

Um ano depois, a pena de morte por enforcamento pela participação no homicídio do marido foi comutada por dez anos de prisão por uma corte de apelações, mas a execução por apedrejamento foi confirmada por outro tribunal de apelações no mesmo ano.

Em julho deste ano, sob forte pressão internacional, Teerã anunciou que a condenação à pena capital havia sido suspensa e que o caso estava sendo reexaminado Desde então, o caso volta à imprensa ocasionalmente com declarações de oficiais iranianos.
Fonte : UOL





































sexta-feira, 26 de novembro de 2010

RIO DE JANEIRO

Fotos : terra.com

O rio precisa correr
O Rio precisa continuar lindo
A água suja de sangue e drogas
O mar do Rio precisa ficar azul
O rio precisa ser livre.
Paz é o que  todos precisam .

Yasmine Lemos
26/11/2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

AVES DE RAPINA


Vejo aves de rapina cercando sorrisos e laços. Estas aves são pessoas que não sabem ser, são estigmas.

Querem picar,roubar, ferir, separar e fugir, soltando grunhidos horrendos. Pensam que voam. Só os pássaros que amam, voam. Estas pessoas não.

Levam no bico pedaços de alegrias alheias, de longe observo, sem estilingue, me liberto. Voo para um rumo certo: minha alma, espaço do grito que ninguém ouve.

-Voem passarinhos!

Yasmine Lemos

10/11/2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

SAKINEH SERÁ EXECUTADA NESTA QUARTA - FEIRA (03 / 11/2010)


Casa Branca condena o Irã após relatos sobre execução de Sakineh

Segundo ONG, iraniana será morta nesta quarta; EUA denunciam desrespeito aos direitos humanos

FONTE: Reuters e Agência Estado

WASHINGTON- O governo dos Estados Unidos condenou nesta terça-feira, 2, os supostos planos do Irã para executar amanhã Sakineh Mohammadi Ashtiani, inicialmente acusada de adultério e agora culpada de envolvimento na morte de seu marido.

"Nós condenamos nos termos mais fortes os planos aparentes do governo do Irã para seguir em frente na execução de Sakineh Mohammadi Ashtiani", informou a Casa Branca em um comunicado.

"A falta de transparência no caso de Ashtinani, e as ações subsequentes tomadas contra seu advogado e sua família são inaceitáveis", afirma o texto. O caso de Sakineh, segundo a Casa Branca, demonstra "um fundamental desrespeito aos direitos humanos por parte de Teerã".

Sakineh foi condenada em 2006 por manter relações ilícitas com dois homens depois de ter ficado viúva, o que, segundo a lei islâmica, também é considerado adultério. Primeiramente, a pena foi de 99 chibatadas, depois convertida em morte por apedrejamento.

Em julho deste ano, seu advogado Mohammad Mostafaei tornou público o caso em um blog na internet, o que chamou a atenção da comunidade internacional.

Diante da pressão internacional, que incluiu até mesmo declarações de Barack Obama, José Manuel Barroso, Vaticano, artistas e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo iraniano abandonou a ideia do apedrejamento. Mas manteve o processo e a acusou Sakineh de envolvimento na morte de seu ex-marido. Sua pena, portanto, seria transformada em morte por enforcamento.

 
Os filhos de Sakineh negaram as acusações e alegaram que Teerã fabricou um dossiê para provar sua participação no assassinato a fim de justificar sua pena de morte. Um dos advogados da iraniana foi obrigado a fugir do Irã para não ser preso. Hoje, vive exilado na Noruega. O segundo advogado, segundo a ONG Comitê Internacional contra a Apedrejamento, Solidariedade Irã, está preso, depois de tentar defender a iraniana.

 
Um dos filhos de Sakineh e dois jornalistas alemães também foram colocados na prisão desde o dia 10 de outubro. Eles teriam sido torturados, depois que a família descumpriu a ordem de não falar com a imprensa internacional.



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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

INDONÉSIA


250 mortos
400 desaparecidos
29.000 pessoas em abrigos
Agonia - fome- terror -desespero .

YL
27/10/2010
números atualizados esta manhã

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

VIVA

Amanhecendo o dia com notícias boas . Os mineiros no Chile foram todos salvos . Alegria e emoção transbordavam nos rostos de todos que estavam no local do resgate.
Assistindo ontem pela TV .
Maravilha .
Algo deverá mudar, alguém deverá reconhecer os erros e injustiças que na década de 60 o poeta Pablo Neruda já reclama ao mundo a vida dos mineiros chilenos. Acredito que a hora chegou , o mundo assistiu a mais cruel e quase impossivel resistência humana diante de uma situação de limite físico e emocional.

Viva os mineiros, viva a vida!

Yasmine Lemos
14/10/2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

DIGA 33


33 VIDAS, RESPIRAÇÕES, CORAÇÕES . 33 BATIDAS E O TEMPO NÃO ESPERA,SÓ ELES.

1. Florencio Ávalos, 31 anos, capataz, casado. Irmão de Renán, outro dos mineiros presos. Por sua condição de capataz, era o segundo na hierarquia, depois do chefe de turno.



2. Mario Sepúlveda, 40 anos, eletricista, casado. Foi o apresentador da maioria dos vídeos dos mineiros que foram divulgados.


3. Juan Illanes, 52 anos, mineiro, casado. Veterano do conflito na fronteiro que quase gerou uma guerra entre o Chile e a Argentina, em 1978.


4. Carlos Mamani: 23 anos, operador de maquinário pesado, casado. É boliviano, e é o único do grupo que não é chileno.


5. Jimmy Sánchez, 19 anos, mineiro, solteiro. É o mais jovem do grupo.


6. Osman Araya, 30 anos, mineiro, casado. Trabalhava somente há quatro meses na mina.


7. José Ojeda, 46 anos, encarregado da perfuração, viúvo. Sofre de diabetes e foi quem escreveu a mensagem que anunciou ao mundo que todos estavam com vida. "Estamos bem no refúgio, os 33."


8. Claudio Yáñez, 34 anos, operador de broca, solteiro.


9. Mario Gómez, 63 anos, motorista, casado. É o m ais experiente do grupo. É filho de mineiro e foi apelidado de "O Navegador", por seu passado como mercante da Marinha.


10. Alex Vega, 32 anos, mecânico de maquinaria pesada, casado. Em 22 de setembro, comemorou seu aniversário dentro da mina.


11. Jorge Galleguillos, 56 anos, mineiros, casado. Trabalhou toda sua vida na mina e sofre de hipertensão.


12. Edison Peña, 34 anos, mineiro, solteiro. Na primeira gravação, expressou seu desespero ao dizer: "Quero sair logo".


13. Carlos Barrios, 27 anos, mineiro, solteiro. Seu pai, Antenor Barrios, disse como acho que ele estava após a primeira conversa: "Encontrei-o com forças e vontade. Uma voz forte e clara. Me emocionei."


14. Víctor Zamora, 33 anos, mecânico automotivo, casado. Preso na mina, recebeu a confirmação de que sua mulher, Jéssica Cortez, está grávida.


15. Víctor Segovia, 48 anos, eletricista, casado. É o encarregado de registrar por escrito tudo o que acontece dentro da mina.


16. Daniel Herrera, 27 anos, motorista de caminhões, casado. Sua mãe, Alicia Campos, contou que prometeu não chorar quando conseguiu falar com ele lá embaixo. "Não cedi até que disse 'tchau, meu filhinho'", contou.


17. Omar Reygadas, 56 anos, eletricista, casado. Tinha acabado de começar a trabalhar na mina.


18. Esteban Rojas, 44 anos, encarregado de manutenção, casado. Prometeu por carta a sua mulher, Jessica Yáñez, com quem se casou no civil há 25 anos, que ao sair fariam uma cerimônia religiosa.


19. Pablo Rojas, 45 anos, carregador de explosivos, casado. Tinha menos de meio ano trabalhando na mina.


20. Dario Segovia, 48 anos, operador de broca, casado. Sua mulher, Jessica Chille, conseguiu falar com ele após 24 dias. "Ouvir sua voz foi um alívio para o meu coração", disse ela.


21. Yonni Barrios, 50 anos, eletricista, casado. Por seus conhecimentos de enfermaria, foi encarregado de elaborar relatórios médicos de seus companheiros e de vaciná-los. Do lado de fora, ele foi disputado a tapas por duas mulheres.


22. Samuel Ávalos, 43 anos, mineiro, casado. Sua mulher, Ruth, contou que tinha problemas com drogas.


23. Carlos Bugueño, 27 anos, mineiros, solteiro. Antes de entrar na mina, trabalhava como segurança.


24. José Henríquez, 54 anos, encarregado de perfuração, casado. Tem sido o guia espiritual dos mineiros.


25. Renán Ávalos, 29 anos, mineiro, solteiro. Renán trabalhava na mina há cinco meses e é irmão do capataz Florencio Ávalos.


26. Claudio Acuña, 44 anos, operador de perfuradora, solteiro. Declarado fanático pelo popular time de futebol Colo Colo.


27. Franklin Lobos, 53 anos, motorista, solteiro. Ex-jogador de futebol, com passagem rápida pela seleção chilena.


28. Richard Villarroel, 27 anos, mecânico, solteiro.


29. Juan Aguilar, 49 anos, supervisor, casado. Sua mulher, Cristy Coronado, disse: "Para mim isso é como um sonho. Às vezes, espero acordar e encontrar minha vida de antes."


30. Raúl Bustos: 40 anos, mecânico hidráulico, casado. Trabalhava como mecânico nos estaleiros da Marinha do Chile, em Talcahuano, um porto no sul, destruído pelo tsunami de 27 de fevereiro. Isso o obrigou a procurar trabalho na mina.


31. Pedro Cortez, 24 anos, eletricista, solteiro. Perdeu um dedo na mina há um ano.


32. Ariel Ticona, 29 anos, motorista de maquinário pesado, casado. Sua mulher, Margarita, deu à luz a sua terceira filha enquanto o marido estava preso na mina. A menina foi batizada de Esperanza.


33. Luis Urzúa, 54 anos, topógrafo e chefe de turno, casado. Tem exercido a função de líder, e foi o primeiro que falou com as autoridades.

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