Mari, uma amiga blogueira notou minha preguiça,sensivel e sonhadora como eu. Eu já havia avisado de um desânimo persistente, pois não vinha postando como antes, mas nada fisico, mas por dentro do corpo, da alma. Quantas vezes me sinto assim e não sei explicar claramente, sei sentir, pensar, querer.
Mistura-se tudo como no “Misturação” deAna Karla. Cores fortes, poemas tristes, alegria, fatos que vivi, coisas que acontecem,tem muito aqui dentro dos escritos de Samantha com seus 15 anos que explode maturidade e conflitos de um adulto, melancolia, angustia, dúvidas. Somos todos parecidos.
Acontece.
E a estagnação se sobressai. Como não sou chegada a livros de auto-ajuda, recorro às músicas, as letras, as melodias outra forma de comunicação, mas que me satisfaz.
Acreditando não possuir um dos pecados capitais, fico na linha do pecado normal de não querer escrever e sim calar o espirito e deixar que paire a observadora.
Essa música de Amy me ajuda a pensar, mesmo sendo triste a letra, gosto de ouvi-la, várias e várias vezes, quem sabe assim a outra vai embora e mais uma outra chega , para bagunçar meu coração e deixar que eu volte para mim.
Meu Deus ainda me pego a sonhar! E depois desses lapsos em que a sensatez trás a realidade de volta, não me aceito, me inquieto, algo me incomoda bastante, espirito sem querer pisar no chão.
Quer sabe do que sou capaz? Olhe o céu. O mar. O fruto que nasce. São seus.
Pelo menos eu sinto essa vontade em lhe entregar como presentes meus. De concreto, seu coração cheio das minhas intenções, é simples assim. Abra suas mãos e lembre-se de mim: estou aqui.
Esqueçam tudo que escrevi até agora, aliás, acredito sinceramente que nem lembram. Não quis dizer nada, não aconteceu nada, só tentei existir e esquecer os maus, ou atrair a bondade, enquanto estou ausente nas minhas indagações, restam coisas que sempre quis esquecer, a injustiça, por exemplo, é uma delas. Tudo está vindo ao contrário.
Não sei viver com isso, prefiro divagar e enlouquecer, nem que seja por segundos. E hoje nem falei de amor... Mas o amor a tudo perdoa.
Linda Baby é como se fosse um hino de amor a nossa cidade Natal, do compositor e cantor potiguar Pedrinho Mendes,um dos melhores da terra. vejam que imagens lindas e que cidade maravilhosa ... (YL)
O amor comportado e com medidas corretas, que não possui surpresas ,mas o mesmos atos todos os dias, é um amor pequeno, talvez nem chegue a maturidade , adormeça na conveniência.