Verbo AMAR . Saudável praticá-lo sempre no gerúndio . Tempo indicando que a vida é presente em movimento, fé e sonho. Amando , vivendo , continuando , sobrevoando e sobrevivendo (a tudo).YL
Vou copiando com os devidos créditos. Seja a vida cinza em um dia, no outro azul. Lulu me ensinou que "..Tudo azul, tudo zen ,meu bem..", contornando as cores e delas o mar azul de Tim que pedia pra que o mundo lhe ouvisse: " um nasce pra sofrer ,enquanto outro ri..." E vou caminhando , agora me vendo com narcisismo equilibrado entre a necessidade de me cuidar e não esquecer que também posso ferir, sendo imagem ou apenas ação. E hoje Simonal me lembrou que é muito bom ser feliz em segundos, minutos, todos os dias, um pouco. E " vesti azul e minha sorte então mudou". YL
Este vídeo feito por uma brasileira antes das manifestações no Brasil,ela mora nos Estados Unidos e é cineasta,o vídeo vem tomando uma proporção gigantesca nas redes sociais e internet pela forma clara que ela explica a situação do país atualmente,não contra a copa do mundo ,mas primeiro "arrumar a casa" para poder realizar um evento milionário.Vale muito a pena assitir . YL
Respeito quem ignora e faz de conta que nada aconteceu,mas aqui deixo o registro de um dia histórico na minha cidade . Quem quiser fale o que quiser ,mas aqui eu falo o que sinto e o que vi , sou livre "$" , e nessa hora é bom demais não dever a ninguém politicamente. Não tem preço a sensação, por isto nada tenho e é MUITO BOM !!!.YL
P.S: Devido aos comentários e opiniões diversas, minha opinião é pessoal diante dos fatos , sou contra a violência e a baderna , não justificam, pelo contrário agride também o foco da questão , do manisfesto . É claro e notório o caos no país , só que agora a classe mais atingida foi a média , os ricos continuam mais ricos e a pobreza ,pouco sente pois já vive numa situação de "acomodação " com essas "bolsas" etc. O que é claro também e é preciso ficar atento ; o país está esgotado de assistir a impunidade, a hipocrisia e ouvir de muitos políticos que não existe inflação. Aqui no meu estado RN , se vive uma tremenda crise na saúde, na segurança pública, e educação, e o pior é que não há uma oposição de peso, daqueles que deveriam reclamar por nós,não sendo injusta existe dois ou três deputados que botam a boca no trombone, o que causa um espanto silencioso na população, mas hoje nem tanto. Que fique bem claro que tem que acontecer algo ,gritos de protesto, reclamações,sem violência,sem ignorância, E QUE NESSE MOMENTO NÃO LEVANTEM BANDEIRAS PARTIDÁRIAS EM PROL DE TERCEIRAS INTENÇÕES ELEITOREIRAS . YL
O dia da criança estava chegando,
lá pelo inicio dos anos 80. O regime militar já não tinha os gritos tão fortes,
mas estavam na espreita sempre, e a democracia em gestação natural, crescia
pelos cantos dos muros, pelas vontades contidas depois de tanto sofrimento e dor.
Era lógico que a nossa situação
financeira era péssima, meu pai tentando um emprego, depois de um longo periodo
entre torturas e exílio político, trabalhando em um jornal de esquerda,
dinheiro minguado, contado. Aluguel, comida, escola e ponto, tudo medido. Eu e
meu irmão mais velho apesar de pequenos, entendíamos a situação, lembro
claramente que tínhamos desejos como qualquer criança, mas a boca não
reclamava, não havia histérismos.
Nessa época morávamos em Recife,
e já comecei a conhecer a saudade. Longe da família, dos primos, do aconchego
da casa da minha avó. Uma tarde, minha mãe falou que tinha sobrado da feira algum
dinheiro, era pouco, mas eu e meu irmão poderíamos escolher um presente. Minha
memória de elefante me permite enxergar a cena: a loja de departamento infantil
lotada dos brinquedos mais lindos, bonecas, carros etc. E nós dois andando
pelos corredores sem ter o que fazer, eu não tive coragem de escolher nada, com
pena do meu pai. Preocupada com a angústia da minha mãe. Crescemos embaixo das
porradas da realidade,sem necessidade de alarmes e dengos. Ficamos sem
presentes, outros anos vieram e melhores, mas tudo sem traumas maiores. E a
vida é assim: dá e toma, envolve e larga. Um tem sorte, outro não, um nasce com
“a cama” pronta, outro tem que batalhar até o prego para fazer a cama. Nunca me revoltei contra eles. Eu aceitava porque era a realidade. Depois, nunca
me imaginei sendo a menina protegida, blindada, a que não pode trabalhar cedo
porque tem que primeiro estudar, coisas normais que a maioria dos pais desejam
para seus filhos. Sofrer cedo demais, nos faz ter uma lucidez absurda, uma
forma de enxergar a vida sem floreios: verdade ou mentira faça sua escolha.Um preço muito alto,doloroso .
Eu sei que era a menina “velha” e
sempre um medo de perder algo me rondava o peito. Perder o carinho, perder a
velha boneca Pêpa, mudar de cidade. Hoje tenho meu filho que me ensina coisas com
seus oito anos e diferente de mim, nasceu no tempo das coisas modernas, e rápidas
. Criar filhos é um exercício difícil, árduo, por isso não quero que ele perca
a candura, que viva a infância como ela tem que ser: colorida, lúdica, apesar
de ser muitas vezes dura com ele, digo a verdade nua e crua. Apesar de tudo, ainda
sonho, viajo em mundos que só eu sei chegar e ser o que quiser (uma infância
esquecida que insiste em acontecer). Uma coisa eu tenho certeza e que me deixa
feliz : ninguém me tirou a ânsia de
amar.YL
P.S: Sempre escuto essa música
linda de Gonzaguinha e sempre me
emociono e hoje fazendo sucesso na abertura da novela das 21hs. Ela me faz viajar no tempo e por isto o texto
.
Que os feras críticos tenham a resposta. Fico aqui batendo cabeça pra entender como o nível das músicas mudam , pouco para melhor. Curtindo a dupla do final dos anos 90 Claudinho e Buchecha , fico mais convencida que o tempo determina o que é bom . Letras inocentes , ritmo envolvente e muita alegria , volto no tempo. Não vou nem escrever sobre os funks atuais e suas letras e coreografias. Pouparei os leitores . E sexta feira chegou . YL